Análise do mercado e situação financeira da população brasileira e portuguesa nos dias que correm.
Antes de continuar quero referir que apenas fiz uma recolha de dados (cujas fontes estão mencionadas) que espelham a situação económico-financeira das famílias brasileiras e portuguesas e o estado do mercado, no que diz respeito ao emprego e à criação de novas empresas, de maneira a poder identificar onde estão ou quais são as novas tendências e oportunidades futuras.
Na última década tem-se assistido a muitas e profundas mudanças que afetaram e continuam a afetar a vida das pessoas a nível mundial, particularmente no que diz respeito às finanças de cada um.
Que mudanças são essas?
Vamos primeiro analisar alguns dados…
No Brasil, segundo a Folha Online,
O salário (a renda) de 85% das famílias brasileiras não chega até ao final do mês.
Apenas, cerca de 5% tem facilidade em pagar as contas no final de cada mês.
Um milhão e trezentos mil ( 1.300.000) jovens todos os anos entram no mercado de trabalho à procura de um Bom Emprego.
Em Portugal, segundo o JornalismoPortoNet,
32% da população activa vive no limiar da pobreza, aumentando o fosso entre ricos e pobres. Os números não são maiores devido ao apoio do Estado através de pensões e transferências sociais que ajudam mais de quatro milhões (4.000.000) de portugueses.
A classe média é cada vez menor.
De acordo com o Diário Económico, o numero de jovens portugueses no desemprego com formação ao nível do 12º ano (ano anterior ao acesso à faculdade) e ao nível do ensino superior (faculdade) corresponde a 28% da população desempregada.
Se recuarmos 30 ou 40 anos atrás, ter uma formação universitária, tirar um curso, “ser formado” como se costuma dizer, era sinonimo de bom emprego, bom salário e muitas regalias que permitia uma boa qualidade de vida.
Acontece que esta é uma realidade da década de 60/70 e não corresponde mais à realidade dos dias de hoje.
Como diz o economista J. Paul Getty “Niguém ficará rico trabalhando para os outros”
A educação fornecida nas escolas não é adequada ás dificuldades que as futuras gerações vão encontrar. Actualmente, as pessoas em todo o mundo vivem com problemas financeiros, sabe porquê? Simplesmente porque nunca tiveram educação financeira e não sabem como usar o dinheiro. Quer dizer, só sabem usar o dinheiro de uma única maneira que é gastar e contrair dívidas em empréstimos aos bancos para a casa, carro e férias e passar o resto da vida a pagar esse endividamento.
Quero deixar a seguinte nota, eu não quero transmitir a ideia de que não se deve estudar e frequentar a faculdade. Claro que sim, que se deve estudar. A ideia que quero passar é que é muito importante saber o que se estuda. E uma coisa eu posso garantir, não existe nenhuma escola nem nenhuma faculdade que nos ensine como ganhar dinheiro nem nenhuma escola que nos ensine o que fazer com o dinheiro. As escolas estão preparadas para colocar as pessoas a trocar o seu tempo pelo dinheiro de alguém e por isso não são educadas financeiramente até porque só mesmo os milionários têm aptidões para fornecer essa educação. Por isso é preciso procurar alternativas.
Se como empregado, independentemente da formação académica, não tenho possibilidade de atingir verdadeiramente o nível de qualidade de vida financeira desejada, quais são as alternativas que restam? Ser empresário e abrir o meu próprio negócio parece ser a solução.
Muito bem, vamos analisar mais uns dados…
Segundo o Instituto Nacional de Estatistica e o Jornal de Noticias, Portugal é o país da Europa onde mais empresas fecham.
O espírito empreendedor e a vontade dos portugueses serem o seu próprio patrão é grande e por isso Portugal é o terceiro país da União Europeia com a maior taxa de criação de empresas.
No entanto, 70% das novas empresas criadas fecham antes de concluir um ano de vida.
Dos 30% das empresas que seguem o seu caminho após o seu primeiro ano de vida, 53,8% dessas empresas fecham no final do segundo ano de actividade.
No Brasil, segundo consultores do SEBRAE,
39% das novas empresas criadas fecham no primeiro ano de actividade.
12% Fecham no final do segundo ano de actividade.
78% encerraram a actividade num período de 5 anos.
Estes dados indiciam um risco de criar o nosso próprio negócio. Mas afinal estas empresas atuam em que setor? São empresas de quê? São empresários como?
É imperativo conhecer as tendências de mercado para nos posicionarmos assim como pensar muito bem no modelo de negócio!
Quando se pensa em abrir um negócio, vem logo à ideia a forma “normal” ou “tradicional”, elevados custos de investimento, burocracias e licenciamento, administração e contabilidade, custos trabalhistas, etc.
Mas afinal, quem impõem as tendências de mercado?
As tendências de mercado são impostas pela população, concretamente por uma geração de pessoas nascidas entre 1946 e 1966, que se designa por Baby Boomers.
Porque razão são os Baby Boomers responsáveis pelas tendências?
Porque apesar de corresponderem apenas a 1/3 da população, controlam 65% do capital mundial.
Vamos então ver algumas das principais tendências…
Sendo estas as grandes tendências, e caso queira prosperar financeiramente, terá que se posicionar nestes setores.
No entanto é preciso avaliar alguns aspetos no que diz respeito à criação de um negócio. Já imaginou ter o seu próprio negócio sem empregados, sem pagamentos a fazer, sem pagamentos a cobrar, com pequeno ou até mesmo sem stock de produtos, investimento extremamente reduzido e risco praticamente nulo?
Bom de mais para ser verdade?! Não se limite apenas a ler, estude esta informação.
Muito do insucesso num negócio deve-se à má avaliação desse mesmo negócio. O Negócio é o veículo que nos leva a uma melhor situação financeira mas também nos leva à falência.
Eis cinco fatores a avaliar quando procura um negócio:
Provavelmente não está familiarizado com o termo Alavancagem, o que é natural uma vez que não nos ensinado o seu conceito e significado na nossa sociedade. Para saber mais sobre este termo clique aqui.
A Indústria e o Modelo de Negócios que eu conheço e que permite juntar todos os cinco pontos referidos acima, é a Indústria de Vendas Diretas, também designada por Indústria de Marketing de Rede (Network Marketing Industry)
Neste momento tem conhecimento mínimo e suficiente para se posicionar e poder decidir em que tipo de negócio deve investir e qual o setor.
Como disse acima, estude esta informação, procure, investigue e informe-se mais e melhor acerca da conjuntura atual e acerca da Indústria do Marketing de Rede.
Esta Indústria, segundo o economista americano Paul Zane Pilzer, irá criar dez milhões (10.000.000) de novos milionários até 2016.